terça-feira, 12 de novembro de 2013

Diácono Adelson será ordenado presbítero nesta sexta-feira.

Nesta sexta-feira, dia 15 de novembro, a Arquidiocese de Mariana se alegra com a ordenação de mais um padre para o serviço do Reino de Deus. O arcebispo de Mariana, dom Geraldo Lyrio Rocha conferirá ao diácono Adelson Laurindo Sampaio Clemente a ordenação presbiteral, que acontecerá na paróquia Santa Rita de Cássia , em Sericita (Região Mariana Leste), às 10 horas.
Atualmente o diácono Adelson exerce o ministério diaconal na paróquia de São Sebastião, Barbacena.

Foto: Pascom/ Paróquia São Sebastião - Barbacena

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Conselho Missionário Paroquial (COMIPA)


A criação e a organização, em nossas Paróquias, de um Conselho Missionário Paroquial aviva o espírito missionário de nossa ação pastoral e nos leva ao compromisso com uma Igreja em estado permanente de missão.

A esse respeito, o Projeto Arquidiocesano de Evangelização (PAE), ao considerar o eixo missão, em suas preposições, assinala a necessidade da criação do Conselho Missionário Paroquial, como caminho para animar missionariamente as paróquias. Queremos ser uma paróquia missionária.

O Conselho Missionário Paroquial é um instrumento precioso no desenvolvimento da dimensão missionária da fé em nossas comunidades. Ele é a memória e o animador da consciência missionária paroquial.

O Conselho Missionário não é uma pastoral a mais, não é mais um movimento. Sua presença torna-se preciosa ajuda na missão evangelizadora como ponto de referência para a animação e fortalecimento da missão.

Assim sendo, um dos principais objetivos do Conselho Missionário Paroquial é ajudar a Paróquia (grupos, pastorais, movimentos, comunidades) a despertar e manter viva a consciência e o compromisso missionário. (cf. Caderno 5  do Projeto Missionário da Arquidiocese de Mariana)

Estamos em fase de formação do Conselho Missionário em nossa Paróquia. Venha participar conosco!!!

(Pe. Luiz Carlos Ferreira)

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

O DÍZIMO E A FELICIDADE

Felicidade, palavra bonita com um signicado profundo. Felicidade é a aspiração da alma humana, o desejo de se ter uma vida que seja plena de signicados, de afetos, de encontros e realizações.
Ninguém nasceu pra ser infeliz, pra se sentir incompleto, triste, irrealizado. Deus, aquele que nos criou, é a fonte da felicidade, a fonte de todo bem, e quando nos criou, diz a Bíblia, viu que era muito bom o que tinha  feito.  Criou-nos  à  sua  imagem  e  semelhança,  imagem  e semelhança, portanto, d´Aquele que é sumamente feliz.
A Bíblia nos mostra que o desejo de Deus é mostrar para o ser humano o caminho da felicidade. Na verdade, a Bíblia, antes de ser um livro de mandamentos, é na verdade o livro da felicidade, livro escrito por ninguém menos do que o próprio Deus.
Nos evangelhos, Jesus nos fala as mais belas palavras sobre a felicidade, indicando-nos com clareza o caminho para aquilo que no fundo é a fonte da nossa verdadeira realização. Entre as muitas instruções que nos deu sobre como ser feliz, Jesus nos ensinou a juntarmos para nós um tesouro que nem o ladrão rouba nem a traça rói nem a ferrugem destrói; ensinou-nos que um coração livre de apegos, pronto para a partilha poderá ser feliz.

A Igreja Católica sempre entendeu o dízimo como fruto da experiência da gratuidade que nasce no coração de quem encontrou o verdadeiro tesouro nesta vida. Fora disto, ainda ca aquela ideia mesquinha  que mais se parece com o pagamento  de um imposto, ou da retribuição devida por um trabalho  ou coisas semelhantes.

Os relatos dos primeiros cristãos falam de uma gente generosa, que tinha descoberto que nesta vida muito mais alegria em dar do que em receber, de gente que usava os bens que tinha para fazer o bem, para construir comunidades fortes por causa da solidariedade, que não deixava entres eles existir ninguém que passasse necessidade. Uma experiência de verdadeira liberdade diante das riquezas deste mundo, que fazia as pessoas se servirem delas e não servirem a elas. Uma gente que realmente se encontrou com Jesus Cristo e que foi libertada por sua Palavra quando a colocou em prática com todo o seu coração.
É nesta perspectiva que se deve entender o dízimo. Assim, tornar-se dizimista é antes um privilégio do que uma obrigação, pois testemunha que a pessoa acreditou naquilo que Deus lhe disse por meio da Bíblia e da Comunidade Igreja, levando-a a se comprometer não por meio de palavras, mas também do gesto concreto do dízimo, que a faz mais livre diante do ídolo dinheiro, tão cultuado em nosso mundo.

A Igreja Católica procura fazer da experiência do dízimo não uma imposição de normas, cobrando da pessoa 10% de seus rendimentos, mas procurando levá-la à gratuidade com o seu Senhor e Deus que diz que cada um deve dar segundo a generosidade do seu coração. Trata-se, portanto, da experiência do coração diante do Deus da vida, que é generoso para com todos, dando muito mais do que ousaríamos pedir ou mereceríamos. A medida da generosidade é a medida da liberdade que a pessoa experimenta diante dos bens que tem e da conança que tem no seu Senhor. Ela mede também o amor e o comprometimento com a sua comunidade e com a obra da evangelização, que é sustentada pelo dízimo.

Neste mês de novembro, como fazemos a cada ano, estaremos celebrando o mês do dízimo. Queremos então reetir e renovar a conança que temos no Deus que fala conosco sobre os caminhos da felicidade nesta vida, caminhos estes que passam, necessariamente, pelo desapego, pelo comprometimento, pela generosidade e pela partilha. Escutemos sua Palavra, renovemos nosso sim a ela também por meio do dízimo, proposta concreta que nos ajuda a viver em tais caminhos.

Bom mês do dízimo para todos!

Pe Walter Jorge Pinto
Pároco da Paróquia São João Batista/ Viçosa

Vigário Episcopal da Região Pastoral Mariana Leste

terça-feira, 5 de novembro de 2013

A ministerialidade eclesial, com especial destaque à missão confiada aos leigos.

Refletindo sobre a MINISTERIALIDADE ECLESIAL, durante este mês os ROTEIROS DE REFLEXÃO da Arquidiocese de Mariana nos dá alegria de poder compreender e rezar um pouco mais o PAPEL DO LEIGO NA VIDA DA IGREJA. Pelo Batismo, somos discípulos missionários de Cristo. O plano de amor de Deus para conosco é revelado na pessoa de Cristo, que se coloca conosco na missão.

Com o tema “MISSÃO DE CRISTO, NOSSA MISSÃO.” No primeiro encontro refletiremos sobre a missão de Cristo, que é nossa missão. Somos chamados a ser missionários dentro da nossa casa, da nossa comunidade, da nossa Igreja, a exemplo de Jesus Cristo.

O tema do segundo encontro “BATIZADOS A SERVIÇO DA VIDA”, nos recorda que pelo Batismo, todos os fiéis são envolvidos de graça e direcionados à vocação universal da santidade.

“FIÉIS LEIGOS E LEIGAS DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS DE JESUS CRISTO, LUZ DO MUNDO.” O terceiro encontro nos mostrará a importância dos leigos (as) na vida da Igreja. Sem a participação ativa dos leigos, não teríamos uma Igreja profética que anuncia e testemunha Jesus Cristo.

Na diversidade dos ministérios e serviços, possamos viver, em nossas comunidades, como discípulos missionários, a comunhão eclesial e a participação ministerial, na construção do reino de Deus.

(Fonte: Roteiro de Reflexão de novembro de 2013)



segunda-feira, 4 de novembro de 2013

NOVEMBRO, MÊS DO DÍZIMO

Padre Paulo Dionê Quintão

Desde 1994 a Arquidiocese de Mariana implantou o dízimo. Quanto mais o tempo passa, consolida-se este testemunho bíblico. A maneira como as comunidades reúnem e administram seus recursos é sempre uma expressão de fé. A acolhida por parte do povo veio de encontro ao espírito solidário e participativo desta pastoral. É Deus mesmo que nos inspira o comprometimento comunitário.
O dízimo, décima parte, seria algo vétero testamentário, não se levasse em conta o espírito de tal prática. Em suas origens está latente o que ganha uma clareza meridiana no Novo Testamento: é preciso partilhar. Quem não partilha não é fraterno, portanto, não segue o mandamento maior: O AMOR. Sem estabelecer o percentual, a pastoral do dízimo nos chama a dar o “Óbulo da viúva”, ou seja, não somente de nosso supérfluo, mas também do que nos é necessário. A generosidade é a marca e não o valor quântico. Varia entre muito menos de dez por cento até muito mais.
A conscientização constante é o segredo capaz de salvaguardar os valores maiores trazidos por este modo de ser comunidade eclesial. Sem a iluminação das reflexões bíblicas, os membros da comunidade se distanciam deste direito e dever que a todos compete. Por isso, tem sido constante o empenho dos evangelizadores, através de cursos, encontros, visitas missionárias e tantas outras iniciativas.
Além de ser uma rica expressão de partilha, a Pastoral do Dízimo dá um belo sentido à nossa caminhada, ajudando-nos a viver o espírito das primitivas comunidades que, através da fração do pão, tinham tudo em comum, (Atos 2, 42).
Uma das interessantes experiências tem sido o Dízimo Mirim. Coordenado pela catequese, tem feito sucesso nas comunidades que já o implantaram.
Eis o recado ao Pequeno Dizimista:
“Tudo que existe é de Deus. Ele deixou para nós, porque nos ama muito. Do que recebemos, temos que separar uma parte e entregar no altar da Igreja que freqüentamos. Este é o nosso dízimo. É para agradecer a Deus, por tudo que Ele nos dá. O que todos levam é usado para comprar o que a Igreja precisa, para ela ajudar os missionários e os mais empobrecidos.
Cabe a você, separar o seu dízimo. O que você separar, ponha no envelope e deixe no altar, na hora do ofertório. Você e seus amigos devem fazer a oração do pequeno dizimista, antes de entregar o Dízimo:
Meu Senhor e meu Deus. Aqui está o meu dízimo. Estou agradecendo por tudo que tenho. Minha família, minha comunidade e minha vida.
Peço que o Senhor me ajude a separar o bem do mal.
Quero ser seu amigo, porque sei que o Senhor já é o meu melhor conselheiro. Preciso muito de sua ajuda para escolher o que vou fazer quando for grande.
Prometo, que nunca vou abandonar a Igreja e jamais negarei o Dízimo.
Sei que ser Dizimista é pouco. Quero participar mais. Quero ser um pequeno missionário. Mostre-me o que devo fazer. Senhor, conte comigo!”
É assim que as equipes desta pastoral querem nos ajudar a caminhar em espírito de partilha e fraternidade.

(Fonte: Site RRC - Viçosa)