terça-feira, 29 de abril de 2014

PADRE LUIZ CARLOS SE DESPEDE DA PARÓQUIA DE SÃO SEBASTIÃO

O clima de emoção e desde já de saudade tomou conta da comunidade paroquial de São Sebastião na noite do último domingo (27/04).  A Igreja Matriz de São Sebastião ficou completamente lotada durante a Celebração Eucarística que marcou a despedida do pároco Luiz Carlos Ferreira, que em breve assumirá a Paróquia Bom Pastor em Barbacena.

Na certeza que sua missão foi cumprida, ficam aqui nossos agradecimentos pelo seu autêntico trabalho evangelizador em nossa paróquia.

Padre Luiz Carlos, não diremos adeus, mas um até breve. Que Deus o abençoe nesta nova caminhada.


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segunda-feira, 28 de abril de 2014

MENSAGEM DE AGRADECIMENTO

Outros lugares, a mesma missão.

Expresso o meu agradecimento a todos os paroquianos desta querida Paróquia de São Sebastião em Ponte Nova. Agradeço a Deus que me concedeu a graça de exercer aqui o ministério sacerdotal por este período de dois anos e seis meses aproximadamente.

Celebramos juntos, rezamos juntos, cantamos juntos. Quantas reuniões, encontros de formação, assembleias comunitárias e paroquial. Quanta gente boa envolvida na vida desta paróquia! Nossos Grupos de Reflexão, que beleza!

Neste momento de despedida, ou melhor, de mudança de local onde devo exercer o ministério sacerdotal, o texto de São Paulo ao Felipenses expressa muito bem o sentimento que pulsa no meu coração. Veremos o que diz o texto:
“Agradeço ao meu Deus todas as vezes que me lembro de vocês. E sempre, em minhas orações, rezo por todos com alegria, porque vocês cooperaram no anúncio do Evangelho, desde o primeiro dia até agora. Tenho certeza de que Deus, que começou em vocês esse bom trabalho, vai continuá-lo até que seja concluído no dia de Jesus Cristo. É justo que eu pense assim de todos vocês, porque vocês estão no meu coração... Deus é testemunha de eu quero bem a todos vocês com a ternura de Jesus Cristo. Este é o meu pedido: que o amor de vocês cresça cada vez mais em perspicácia e sensibilidade em todas as coisas” (Fl 1, 3-9).

Rezem por mim, para que eu possa exercer bem e com alegria o ministério sacerdotal na Paróquia do Bom Pastor em Barbacena. Acolham com alegria o meu irmão e amigo Padre Wandinho que a partir do dia 28 de maio caminhará junto com vocês.

Contando com a Graça de Deus, o caminho a gente faz.

Deus abençoe a todos!

Padre Luiz Carlos Ferreira

quinta-feira, 24 de abril de 2014

CONCURSO ESCOLHERÁ HINO DA CF 2015

Estão abertas desde o início de abril as inscrições do concurso para escolha do Hino da Campanha da Fraternidade 2015.

O prazo para envio das composições (áudio e partitura) será até 11 de junho de 2014. Por decisão do Conselho Episcopal de Pastoral (Consep) da CNBB, o concurso será realizado em um único edital, que irá selecionar letra e música, simultaneamente, podendo haver parceria de letristas e músicos.

A Campanha da Fraternidade de 2015 terá como tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10,45). O objetivo é inserir a campanha nas comemorações do jubileu do Concílio Vaticano II, com base nas reflexões propostas pela Constituição Dogmática Lumen Gentium e na Constituição Pastoral Gaudium et Spes, que tratam da missão da Igreja no mundo.

O assessor de música litúrgica da CNBB, Pe. José Carlos Sala, destaca a importância do concurso e da colaboração dos profissionais da música.

“A participação de poetas e músicos para a composição de um hino visa traduzir em linguagem poética os conteúdos do tema, lema e objetivos da Campanha da Fraternidade, com uma melodia bela e expressiva que possibilite a participação de todos no canto”, explicou. (MJ/CNBB)


COMEÇA A CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE

Começou nesta terça – feira, 22, em todo o Brasil a 16º Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza que se estenderá até o dia 09 de maio com mobilização nacional marcada para o dia 26 de Abril, próximo sábado.

Esta vacina protege contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela Organização Mundial de Saúde (A/H1N1, A/H3N2 e Influenza B) e em Ponte Nova a meta é vacinar cerce de 14.388 pessoas.

Estão sendo vacinados pessoas a partir dos 60 anos, os trabalhadores de saúde, os povos indígenas, as crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), as gestantes, as puérperas (até 45 dias após o parto), os grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais: respiratória, cardiológica, renal, hepática e neurológica; diabetes; imunossupressão; transplantados; obesidade e trissomias (a apresentação da prescrição será obrigatória para o grupo de comorbidade), a população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional. 

No dia D (mobilização nacional), 26/abril haverá vacinação nas quatro salas de vacina que funcionam no PAM, UBS Santo Antônio, UBS São Pedro e UBS Triângulo de 08:00 às 17:00 horas e na Praça de Palmeiras, de 08:00 às 12:00 horas.

A vacina estará disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde. A Secretaria Municipal de Saúde também realizará a vacinação em creches, escolas, hospitais e de todos os acamados (no domicílio).


A Influenza é uma doença respiratória infecciosa de origem viral, e é um problema de saúde pública no Brasil. A campanha anual, realizada desde 1999, entre os meses de abril e maio, vem contribuindo ao longo dos anos para a prevenção nos grupos vacinados, além de apresentar impacto nas reduções de internações hospitalares, gastos com medicamentos para tratamento de infecções secundárias e mortes evitáveis

quarta-feira, 23 de abril de 2014

SÃO JORGE, O SANTO GUERREIRO

Devotos no mundo inteiro comemoram no dia 23 de abril, o Dia de São Jorge, o santo padroeiro da Inglaterra, de Portugal, da Catalunha, dos soldados, dos escoteiros, dos corintianos e celebrado em canções populares de Caetano Veloso, Jorge Ben Jor e Fernanda Abreu. No oriente, São Jorge é venerado desde o século IV e recebeu o honroso título de “Grande Mártir”.
Guerreiro originário da Capadócia e militar do Império Romano ao tempo do imperador Diocleciano, Jorge converteu-se ao cristianismo e não agüentou assistir calado às perseguições ordenadas pelo imperador. Foi morto na Palestina no dia 23 de abril de 303. Ele teria sido vítima da perseguição de Diocleciano, sendo torturado e decapitado em Nicomédia, tudo devido à sua fé cristã.
A imagem de todos conhecida, do cavaleiro que luta contra o dragão, foi difundida na Idade Média. Está relacionada às diversas lendas criadas a seu respeito e contada de várias maneiras em suas muitas paixões. Iconograficamente, São Jorge é representado como um jovem imberbe, de armadura, tanto em pé como em um cavalo branco com uma cruz vermelha. Com a reforma do calendário litúrgico, realizada pelo papa Paulo VI, em maio de 1969, tornou-se opcional a observância do seu dia festivo. Embora muitos ainda suspeitem da veracidade de sua história, a Igreja Católica reconhece a autenticidade do culto ao santo. O culto do santo chegou ao Brasil com os portugueses. Em 1387, Dom João I já decretara a obrigatoriedade de sua imagem nas procissões de Corpus Christi. O Sport Clube Corinthians Paulista foi outra grande contribuição para a popularização de São Jorge, primeiro no Estado de São Paulo e depois no País, ao escolher o santo como seu padroeiro e protetor, em 1910.
A quantidade de milagres atribuídos a São Jorge é imensa. Segundo a tradição, ele defende e favorece a todos os que a ele recorrem com fé e devoção, vencendo batalhas e demandas, questões complicadas, perseguições, injustiças, disputas e desentendimentos.

SÃO JORGE É VENERADO DESDE O SÉCULO IV

O culto a São Jorge vem do século 4 dC. O soldado foi martirizado na Palestina no dia 23 de abril de 303, vítima da perseguição do imperador Diocleciano. Foi torturado e teve a cabeça cortada, em Nicomédia, devido a sua fé cristã.
Os restos mortais de São Jorge foram transportados para Lídia (antiga Dióspolis), onde foi sepultado, e onde o imperador cristão Constantino (que depois de vários imperadores anti-cristãos converteu-se e a império à religião cristã) mandou erguer suntuoso oratório aberto aos fiéis. Seu culto espalhou-se imediatamente por todo o Oriente. No século V, já havia cinco igrejas em Constantinopla dedicadas a São Jorge. Só no Egito, nos primeiros séculos após sua morte, foram erguidas quatro igrejas e quarenta conventos dedicados ao mártir. Na Armênia, na Grécia, no Império Bizantino (a região oriental do Império Romano, que tinha capital em Bizâncio, depois, Constantinopla) São Jorge era inscrito entre os maiores Santos da Igreja Católica. No Ocidente, na Idade Média, as Cruzadas colocaram São Jorge à frente de suas milícias, como Patrono da Cavalaria. Na Itália, era padroeiro da cidade de Gênova. Na Alemanha, Frederico III dedicou a ele uma Ordem Militar. Na França, São Gregório de Tours era conhecido por sua devoção a São Jorge; o rei Clóvis dedicou-lhe um mosteiro, e sua esposa, Santa Clotide, erigiu várias igrejas e conventos em sua honra. A Inglaterra foi o país ocidental onde a devoção ao santo teve papel mais relevante. O monarca Eduardo III colocou sob a proteção de São Jorge a Ordem da Cavalaria da jarrateira, fundada por ele em 1330. Por considera-lo o protótipo dos cavaleiros medievais, o inglês Ricardo Coração de Leão, comandante de uma das primeiras Cruzadas, constituiu São Jorge padroeiro daquelas expedições que tentavam conquistar a Terra Santa aos muçulmanos. No século 13, a Inglaterra celebrava sua festa como dia santo e de guarda e, em 1348, criou a Ordem dos Cavaleiros de São Jorge. Os ingleses acabaram por adotar São Jorge como padroeiro do país, imitando os gregos que também trazem a cruz de São Jorge na sua bandeira. Ainda durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) muitas medalhas de São Jorge foram cunhadas e oferecidas aos enfermeiros militares e às irmãs de caridade que se sacrificaram ao tomar conta dos feridos da guerra. As artes, também, divulgaram amplamente a imagem do santo. Em Paris, no Museu do Louvre, há um quadro famoso de Rafael (1483-1520), intitulado “São Jorge vencedor do Dragão”. Na Itália, existem diversos quadros célebres, como o de autoria de Donatello (1386-1466).

SÃO JORGE E A MORTE DO DRAGÃO

A imagem conhecida de todos, do cavaleiro que luta contra o dragão, está relacionada às lendas criadas a partir da Idade Média. Há uma grande variedade de histórias relacionadas a São Jorge. O relato e a imagem de todos conhecidos, do cavaleiro que luta contra o dragão, começaram a ser difundidos na Idade Média . A imagem atual do santo, sentado em um cavalo com uma lança que atravessa um dragão, está relacionada às diversas lendas criadas a seu respeito, contadas de várias maneiras em suas muitas paixões. A versão mais corrente dá conta que um horrível dragão saía de vez em quando das profundezas de um lago e atirava fogo contra os muros de uma longínqua cidade do Oriente, trazendo morte com seu mortífero hálito. Para não destruir toda a cidade, o dragão exigia regularmente que lhe entregassem jovens mulheres para serem devoradas. Um dia coube à filha do Rei ser oferecida em comida ao monstro. O Monarca, que nada pôde fazer para evitar esse horrível destino da tenra filhinha, acompanhou-a com lágrimas até às margens do lago. A princesa parecia irremediavelmente destinada a um fim atroz, quando de repente apareceu um corajoso cavaleiro vindo da Capadócia, montado em um cavalo branco, São Jorge. Destemidamente, enfrentou as perigosas labaredas de fogo que saíam da boca do dragão e as venenosas nuvens de fumaça de enxofre que eram expelidas pelas narinas do monstro. Após um duro combate, finalmente São Jorge venceu o terrível dragão, com sua espada de ouro e sua lança de aço. O misterioso cavaleiro assegurou ao povo que tinha vindo, em nome de Cristo, para vencer o dragão. Eles deviam converter-se e ser batizados. Para alguns, o dragão (o demônio) simbolizaria a idolatria destruída com as armas da Fé. Já a donzela que o santo defendeu, representaria a província da qual ele extirpou as heresias. A relação entre o santo e a lua viria de uma lenda antiga que acabou virando crença para muitos. Diz a tradição que as manchas apresentadas pela lua representam o milagroso santo e sua espada pronto para defender aqueles que buscam sua ajuda.

DESDE 1969, IGREJA CATÓLICA TORNOU OPCIONAL A CELEBRAÇÃO A SÃO JORGE

Embora muitos considerem que sua história não passe de um mito e outros até mesmo acreditem que o santo tenha sido cassado pela Igreja Católica, o martírio de São Jorge e o seu culto continuam sendo reconhecidos pelo catolicismo. A lenda do guerreiro que matou o dragão havia sido rejeitada no século 5 por um concílio, mas persistiu e ganhou enorme popularidade no tempo das Cruzadas. “A imagem atual é fruto de uma lenda. Isso não quer dizer, no entanto, que esse santo não existiu e que o martírio dele não foi significativo”, diz o monsenhor Arnaldo Beltrami, vigário episcopal de comunicação da Arquidiocese de São Paulo. No dia 9 de maio de 1969, a observância do Dia de São Jorge tornou-se opcional, com a reforma do calendário litúrgico, realizada pelo papa Paulo VI. A reforma retirou do calendário litúrgico as comemorações dos santos dos quais não havia documentação histórica, mas apenas relatos tradicionais. Daí ter-se falado, naquele tempo, em “cassação de santos”. Mas o fato da celebração do Dia de São Jorge tornar-se opcional não significa o não reconhecimento do santo.

SÃO JORGE É O PADROEIRO DA INGLATERRA

O “Santo Guerreiro” é também o padroeiro da Inglaterra, de Portugal e da Catalunha (região da Espanha que reivindica identidade nacional, onde se localiza Barcelona). Não há consenso, porém, a respeito da maneira como teria se tornado patrono da Inglaterra. Seu nome era conhecido na Inglaterra e na Irlanda muito antes da conquista normanda, o que leva a crer que os soldados que retornavam das Cruzadas influíram bastante na disseminação de sua popularidade. Acredita-se que o santo tenha sido escolhido o padroeiro do reino quando o rei Eduardo III fundou a Ordem dos Cavaleiros de São Jorge, em 1348. Em 1415, a data de sua comemoração tornou-se um dos feriados mais importantes do país. Em 1970, a festa anual do santo nas igrejas católicas foi tornada opcional, com a reforma do papa Paulo VI. Entretanto, na Inglaterra e em outros lugares onde São Jorge é especialmente venerado, tal festa guarda ainda toda a sua antiga solenidade. Os ingleses acabaram por adotar São Jorge como padroeiro do país.
Fonte: Site Paróquia São Jorge - Curitiba/PR

PADRE BRÁULIO É NOMEADO PARA A PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO EM MARIANA

Na manhã desta quarta - feira (23/04),foi publicado no site da Arquidiocese de Mariana a nomeação do Padre Bráulio Sérgio Mendes para a Paróquia Nossa Senhora da Assunção em Mariana onde exercerá a função de Vigário Paroquial.

Padre Bráulio atualmente exerce a mesma função em nossa comunidade paroquial desde o dia 12 de janeiro deste ano e ficará conosco até a chegada do novo pároco, o Padre Wander Torres Costa, que tomará posse no dia 28 de maio (quarta-feira) as 19h00min na Igreja Matriz de São Sebastião.


Apesar do pouco tempo, sua marca ficou registrada em nossa Paróquia, ao exercer com dignidade sua missão e, temos a certeza de que deu tudo de si para deixar plantada em nossa comunidade, a semente da esperança de um mundo mais justo e fraterno.

NOMEAÇÕES E TRANFERÊNCIAS

Depois de ouvir o Conselho Episcopal, o Senhor Arcebispo Dom Geraldo Lyrio Rocha nomeou Reitor do Santuário de Nossa Senhora do Carmo, em Mariana, o Côn. Nedson Pereira de Assis, acumulando as funções de Pároco da Catedral; Pe. Bráulio Sérgio Mendes, Vigário Paroquial da Paróquia de Nossa Senhora da Assunção, em Mariana; e Pe. Marco Antônio Mappa, Colaborador na Paróquia de Cristo Rei, em Ouro Preto.
Nomeou também como Pároco da Paróquia de Santo Antônio, em Silveirânia, o Pe. Luiz Henriques dos Santos; Pe. Adelson Laurindo Sampaio Clemente, Administrador Paroquial da Paróquia do Divino Espírito Santo, em Lamim e Pe. Afrânio Vieira de Almeida, Vigário Paroquial da Paróquia de São Sebastião, em Barbacena, acumulando as funções de Diretor Espiritual do Propedêutico.
Fonte: Site da Arquidiocese de Mariana

TRÍDUO E FESTA DE SÃO EXPEDITO

Acolhendo o chamado e envio missionário de Jesus Cristo, venha celebrar conosco entre os dias 23 a 26 de Abril, o Tríduo e Festa em louvor a Deus pelo testemunho de valoroso e fiel da
vida de Santo Expedito. 
Confira a Programação: 

“Ide pelo mundo inteiro e anunciai
o evangelho a toda criatura!” (Mc16.15) 



23/04 - Quarta-feira  - 
“A vocação missionária é um chamado de Deus.” 

Participação: Comunidades São Geraldo e Santo Antônio


24/04 - Quinta-feira - “Ser missionário é ir aonde a vida clama.”
Participação: Comunidades de N. Sra. Auxiliadora (Cheiro Verde) e N. Sra. Aparecida (Copacabana)


25/04 - Sexta-feira - “Missão: Anunciar a Boa Nova do Reino a todos os povos.”

Comunidades Sagrado Coração de Jesus (Pacheco) e de São Cristóvão (Esplanada)


26/04 - Sábado - Festa de Santo Expedito

“Santo Expedito: Discípulo Missionário de Jesus.”

Missa Festiva com a participação de todas as comunidades.

Celebração todos os dias às 19h30min.

Conselho Comunitário de Pastoral

quinta-feira, 17 de abril de 2014

SEMANA SANTA: CELEBRAÇÃO DO ÁPICE DA FÉ CRISTÃ

A Semana Santa é ocasião favorável para cada um de nós meditar e reviver mais profundamente o que celebramos todos os dias na eucaristia: o mistério central da nossa fé. Importa-nos acolher esse dom e participar ativamente da riqueza que as celebrações nos oferecem nesses dias. É condição para crescermos no amor a Deus e aos irmãos e assim renovarmos o jeito da humanidade.

Quinta-feira Santa: Dia da Instituição da Eucaristia, Sacerdócio Católico e Mandamento Novo. Eucaristia quer dizer Ação de Graças. Ação de Graças ou agradecimento é a resposta que brota espontânea do homem diante da manifestação do amor de Deus na criação e na história humana. Viver em atitude de Ação de Graças implica oferecer ao Pai, por Cristo, as coisas criadas e a nossa própria pessoa. Cristo, na última ceia, realizou a Eucaristia oferecendo sua vida ao Pai em sacrifício infinito e a todos os irmãos em comunhão de salvação.

Sexta- feira Santa: após algumas horas de terríveis dores, Jesus morre na cruz. Termina o trabalho dos executores do crime. O que se tem diante dos olhos é um homem morto. Cessam as agressões; os zombadores emudecem. Retiram-se os curiosos. A tristeza se instala no espírito dos amigos. Muitos discípulos não escondem a decepção (“Nós esperávamos que fosse Ele quem iria redimir Israel!”). Diante de um crucificado, morto pela violência dos homens, calha bem o silêncio. No íntimo de cada cristão um questionamento emerge: qual é o sentido da morte de Jesus e que implicações traz para nossa vida?

Sábado Santo: nesta noite singular e essencialmente solene, cantamos o esplendor de uma luz que jamais se apagará. Proclamamos as maravilhas de Deus que nos libertou das trevas da morte e levou-nos ao definitivo e desejável esplendor da vida. Renovamos nosso compromisso batismal, nos revigoramos na Eucaristia e entoamos o Solene Aleluia.

Domingo da Ressurreição: Que a luz e a força do Ressuscitado nos acompanhem continuamente, dando-nos a certeza de que estamos no caminho certo, também, auxiliados e guiados pela Santíssima Virgem Maria, a nossa Mãe Imaculada, que se rejubila com a vitória de seu Filho, Jesus Cristo, vencedor da morte e do pecado.
É Páscoa, Cristo ressuscitou e nos convida a uma vida nova com Ele. Que o Senhor Jesus ressuscite com renovado ardor dentro dos nossos corações e o Espírito Santo nos inspire novos caminhos para o anúncio da Boa Nova da ressurreição em nossas comunidades. Feliz e Santa Páscoa!


(Pe. Bráulio Sérgio Mendes)

terça-feira, 15 de abril de 2014

JUVENTUDE É CONVOCADA PARA A XXIV ROMARIA DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS

Mariana, 08 de abril de 2014.

Que a Paz do Senhor esteja com vocês!


Amigos(as) pejoteiros(as),

A Pastoral da Juventude, em parceria com outras pastorais e diversas entidades dos movimentos populares convoca a juventude arquidiocesana a participar da 24ª Romaria dos Trabalhadores e das Trabalhadoras.

A Romaria tem como tema em 2014 “Capitalismo, trabalho escravo e tráfico humano” e o lema: Não aos mercadores da morte! Assim é colocada em prática a Campanha da Fraternidade de cada ano mostrando que as pessoas que estão lutando no mundo do trabalho são imagem e semelhança de Deus. Portanto, são irmãos e irmãs filhos do Criador e, por causa disso, não podem ser escravizados, mas precisam ser valorizados e respeitados na sua dignidade de Trabalhadores.

A Romaria vem crescendo e recebendo a adesão de todos que têm compromisso social de Justiça e Paz. Reúne milhares de pessoas tanto trabalhadores e trabalhadoras quanto pessoas que participam em solidariedade aos que trabalham.

Nós da Pastoral da Juventude da Arquidiocese de Mariana estamos juntos nesta luta. Sabemos bem das consequências que a injustiça e a exploração existentes na sociedade capitalista geram para os trabalhadores e trabalhadoras inclusive os jovens.

Venha participar conosco! Mobilize seu grupo de base, levem faixas, cartazes e bandeiras, organize caravanas para a 24º Romaria dia 01 de maio de 2014 em Urucânia

Pedimos que cadastre sua caravana no link:

Contamos com a presença de vocês.


Frente Sociopolítica da Pastoral da Juventude
Arquidiocese de Mariana

segunda-feira, 14 de abril de 2014

A SEMANA SANTA

A Semana Santa recorda a entrada de Cristo em Jerusalém para celebrar a sua páscoa. Pelas ruas de Jerusalém aclamado com ramos Jesus entra triunfante e, dias depois o clamor muda de tom, e os gritos se fazem ouvir: Crucifica-o! Crucifica-o! Mas Ele veio para que os homens sejam salvos e a vitória chegue ao cume na ressurreição, ou seja, na sua vitória  sobre a morte. Há dois milênios estes fatos são recordados e atualizados através da semana santa, chamada a semana maior.

A semana santa, portanto, faz memória dos últimos dias do ministério de Jesus, centrada na sua morte redentora e morte gloriosa. Neste período temos a oportunidade de mergulhar-nos nos eventos centrais da Redenção, de reviver o Mistério Pascal, o grande mistério da fé.

Infelizmente toda beleza e profundidade desta semana correm o risco de uma interpretação superficial. Na sociedade contemporânea muitos vêem esses dias como datas puramente comerciais, ou como uma oportunidade para viajar para praias, sítios etc, sem maior significado religioso.  Não faça da semana santa um grande feriado, faça dela um momento de encontro pessoal com Jesus Cristo.


Todos são convidados a acompanhar os passos de Jesus em Jerusalém, desde sua entrada triunfal, no Domingo de Ramos, até sua morte, na sexta-feira santa, e principalmente a ressurreição, no Domingo de Páscoa. Que a Virgem Maria nos acompanhe neste itinerário. Juntamente com “ela entraremos no Cenáculo, permaneceremos aos pés da cruz, vigiaremos idealmente ao lado do Cristo morto, aguardando com esperança a aurora do dia radiante da ressurreição” (Bento XVI). Nesta perspectiva, desejo a todos uma feliz e santa páscoa, juntamente com suas famílias e comunidades. 

Padre Mauro Silva 

sábado, 12 de abril de 2014

SÉTIMA DOR: SEPULTURA DE JESUS



1. Queixa da Mãe dolorosa 

Uma mãe, que se acha presente aos sofrimentos e à morte do filho, sente e sofre incontestavelmente todas as suas dores. Mas depois, quando o vê morto e prestes a ser sepultado, oh! então, o pensamento de deixá-lo, para nunca mais tornar a vê-lo, causa-lhe uma dor que excede todas as outras dores. Eis a sétima e última espada de dor que hoje vamos meditar. A Mãe Santíssima vira o Filho morrer na cruz, recebera-O depois de morto, e agora vê-Se obrigada a deixá-lO finalmente no sepulcro, para não mais gozar de Sua amável presença. Compreenderemos melhor esta última dor da Senhora, se subirmos ao Calvário e aí contemplarmos a desolada Mãe, ainda abraçada com o Filho morto. Então bem podia repetir com Jó: Meu Filho, mudastes-vos em cruel comigo (Jó 30, 21). Todas as Vossas belas prendas, Vossa beleza, Vossa graça, Vossas virtudes, Vossas amáveis maneiras: todos os Vossos testemunhos de especial amor, todos os singulares favores que Me dispensastes, - tudo, em outras tantas penas, se Me tem mudado. Quanto mais Vossos benefícios em Vosso amor me inflamaram, tanto mais agravam agora a perda Vossa. Ah! Filho dileto, tudo perdi em Vos perdendo! Ó verdadeiro Filho de Deus, - assim a faz queixar-se Bernardino de Busti com Pseudo-Bernardo - Vós me éreis pai, filho e esposo e vida; agora estou sem pai, sem esposo, sem filho; perdi tudo, numa palavra. 

2. Maria acompanha Jesus à sepultura 

Deste modo expandia a Mãe a Sua dor, abraçada ao Filho sem vida. Mas os santos discípulos receavam Lhes expirasse de dor a pobre Mãe, e por isso se apressam em tirar-Lhe do regaço o Filho sem vida. Fazendo-Lhe, pois, respeitosa violência, tiram-lhO dos braços, O embalsamam com aromas, envolvem-nO numa mortalha, preparada de propósito para Ele. Nela quis o Senhor deixar impressa Sua imagem, como hoje ainda se vê em Turim. 

Levam o Sagrado Corpo à sepultura. Forma-se o cortejo fúnebre e os discípulos acompanham-no, juntamente com as santas mulheres. Entre as últimas, caminha a Mãe dolorosa, levando também Ela o Filho à sepultura. Ter-se-ia a Senhora de boa mente sepultado viva com o Filho, como reza uma Sua revelação a S. Brígida. Mas, esta não sendo a divina vontade, acompanhou resignada o sacrossanto corpo de Jesus ao sepulcro, no qual, como refere Barônio, depositaram também os cravos e a coroa de espinhos. No momento de fechá-lo com a pedra, voltaram-se os discípulos para Maria com as palavras: Eia, Senhora, vai ser fechado o túmulo. Ânimo! contemplai Vosso Filho pela última vez e dai-Lhe um derradeiro adeus! Assim, pois, ó dileto Filho, - teria então dito talvez a Senhora, - assim, pois, não mais Vos tornarei a ver? Recebe com Meu último olhar o último adeus de Vossa aflita Mãe; recebe Meu coração, que deixo conVosco no sepulcro! - Era-lhe ardente o desejo de sepultar também sua alma com o Filho, observa Vulgato Fulgêncio. A pobre Virgem assim falou a S. Brígida: Na sepultura de Meu Filho estavam sepultados dois corações. - Finalmente, os discípulos tomaram a pedra e fecharam no túmulo o corpo de Jesus, aquele tesouro que não tem igual nem no céu nem na terra. 

Intercalemos aqui uma digressão. Maria deixa Seu coração sepultado com Jesus, porque Lhe é Jesus o único tesouro. "Porque onde está o vosso tesouro, aí está também o vosso coração" (Lc 12,34). E nós onde sepultaremos o nosso? Nas criaturas, talvez? no desprezível pó? Por que não em Jesus? Ainda que haja subido ao céu, quis entretanto permanecer no meio de nós no Sacramento, justamente para possuir e guardar nossos corações. Voltemos, porém, a Maria. Antes de se afastar do sepulcro, bendisse aquela pedra sagrada, como refere Boaventura Baduário: "Ó pedra feliz, que agora encerras Aquele que tive nove meses no seio, eu te bendigo e invejo. Deixo-te guardando este Meu Filho que é todo o Meu bem, todo o Meu amor". E dirigindo-Se ao Pai Eterno, rezou: Meu Pai, a Vós encomendo este Filho, que e Vosso e Meu

3. Maria despede-Se da sepultura do Filho 

Tais foram as despedidas de Maria junto ao sepulcro do Filho, de onde depois voltou a casa. Triste e aflita ia a pobre Mãe, diz Pseudo-Bernardo, despertando lágrimas em quantos A viam passar. Acrescenta também que os santos discípulos e as santas mulheres choravam mais por causa de Maria do que sobre a perda do Mestre. Quer Boaventura Baduário que as parentas de Maria a tenham velado com um lúgubre manto. Na volta - diz ele - passou a Virgem pela cruz, banhada ainda com o sangue de Seu Jesus. Foi a primeira a adorá-la com as palavras: O Cruz, eu te beijo e te adoro; agora não és mais um madeiro infame, mas o trono do amor e o altar da misericórdia, consagrado com o sangue do divino Cordeiro, sacrificado em teus braços pela salvação do mundo. 

Assim se despede da cruz e volta para casa. Aí olha em torno de Si e não vê mais o Seu Jesus. Em vez da presença de Seu querido Filho, surgem-Lhe à memória todos os quadros de Sua desapiedada morte. Recorda os abraços dados ao Filho no presépio de Belém, os colóquios durante tantos anos, os mútuos afetos, os olhares cheios de amor, e as palavras de vida eterna saídas daqueles lábios divinos. Então se Lhe apresenta ante os olhos a cena funesta daquele dia: vê os cravos, os espinhos, as carnes dilaceradas do Filho, Suas chagas tão profundas, Seus ossos tão descarnados, Sua boca assim aberta, Seus olhos assim apagados.

Ai! que noite de dores foi aquela para a Mãe de Deus! Dirigia-Se a S. João e lhe perguntava cheia de tristeza: João, onde está o teu Mestre? Perguntava depois a Madalena: Filha, dize-Me, onde está o teu dileto? Quem no-lo arrebatou? - Em prantos Se expandiam a Senhora e os que A rodeavam. E tu, minha alma, não choras? Dirige-te à Virgem Dolorosa e pede-Lhe lágrimas, como S. Boaventura: Deixa-me chorar, ó Senhora, porque sou eu o culpado e Vós sois inocente! Pede-Lhe admita que chores com Ela: Deixa que eu chore conVosco. Ela chora de amor; chora tu de dor por teus pecados. E poderás assim ter a felicidade daquele de quem se trata no seguinte exemplo. 

EXEMPLO 

Conta o Padre Engelgrave que havia certo religioso tão atormentado pelos escrúpulos, que às vezes quase se entregava ao desespero. Mas como era devotíssimo de Nossa Senhora das Dores, recorria sempre a Ela em suas angústias espirituais, e, contemplando Suas dores, se sentia confortado. Na hora de sua morte, perseguiu-o o demônio mais que nunca com os escrúpulos, induzindo-o à desesperação. Mas a piedosa Mãe, vendo Seu pobre filho tão angustiado, apareceu-lhe e disse-lhe: Filho meu, por que tanto temes e te entristeces, tu que tantas vezes Me consolaste, compadecendo-te de Minhas dores? Ânimo! Mandou-Me Jesus a consolar-te. Anda, consola-te, enche-te de alegria e vem Comigo para o céu. A essas palavras, o devoto religioso, cheio de consolação e de confiança, expirou placidamente. 

ORAÇÃO

Ó minha Mãe dolorosa, não Vos quero deixar chorando sozinha. Quero acompanhar-Vos com minhas lágrimas. Esta graça hoje Vos peço: obtende-me uma contínua memória com uma terna devoção à Paixão de Jesus e à Vossa, para que os dias que me restam de vida me não sirvam senão para chorar Vossas dores, ó minha Mãe, e as de meu Redentor. Essas Vossas dores, espero eu, na hora de minha morte, me hão de dar coragem, força e confiança para não desesperar à vista do muito que ofendi ao meu Senhor. E elas me hão de impetrar o perdão, a perseverança e o paraíso, onde espero depois alegrar-me conVosco, e cantar as misericórdias infinitas de meu Deus, por toda a eternidade. Assim o espero, assim seja. Amém. 


Ó minha Senhora, Vós roubais os corações dos homens pela Vossa suavidade. Pois então já não roubastes o meu? Ó arrebatadora dos corações, quando me restituireis o meu? Não; guardai-o conVosco e colocai-o, juntamente com o Vosso, no lado aberto de Vosso Filho. Tenho assim o que desejo, já que sois Vós a minha esperança. 

(Glórias de Maria por Santo Afonso Maria de Ligório)

sexta-feira, 11 de abril de 2014

22 ASSASSINATOS ATINGIRAM A IGREJA CATÓLICA EM 2013

A agência Fides, do Vaticano, revelou em janeiro deste ano que 22 agentes pastorais da Igreja Católica foram assassinados em 2013, com destaque para o continente americano.

O número é superior ao de 2012 (13 assassinatos) e inferior ao de 2011 (26 mortes), incluindo 19 padres, uma religiosa e dois leigos.

O último caso refere-se ao assassinato do padre Eric Freed, pároco na Califórnia (Estados Unidos da América), na noite de passagem de ano.

A Fides manifesta ainda a sua preocupação com a situação de “muitos outros operadores pastorais sequestrados ou desaparecidos”, como três sacerdotes raptados na República Democrática do Congo, em outubro de 2012, ou o jesuíta italiano Paolo Dall’Oglio e dois bispos ortodoxos dos quais não se tem notícia, na Síria.

Pelo quinto ano consecutivo, o maior número de mortes aconteceu na América, com destaque para a Colômbia, onde foram mortos sete sacerdotes.
Entre os casos relatados pela Fides encontra-se o assassinato do padre Elvis Marcelino De Lima, de 47 anos, religioso da Congregação da Sagrada Família de Nazaré, morto a 13 de julho em Fortaleza.

A agência de notícias sublinha que a maior parte das mortes aconteceu após “tentativas de assaltos” violentos.

O elenco refere-se não só aos missionários, mas a todo o pessoal eclesiástico que faleceu de forma violenta ou que sacrificou a sua vida consciente do risco que corria.
Nesse sentido, foi aberto em 2013 um processo de beatificação de seis missionárias italianas que morreram no Congo, em 1995, infetadas com o vírus do ébola e definidas como “mártires da caridade”, após se terem recusado deixar a população sem assistência sanitária. 

Segundo os dados da agência do Vaticano para o mundo missionário, entre 1980 e 2013 morreram mais de mil agentes pastorais da Igreja Católica.


Na oração do ângelus do dia 26 de dezembro de 2013, o Papa Francisco evocou os cristãos que são “vítimas de discriminações por causa do testemunho prestado a Cristo e ao Evangelho”.